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Gás natural veicular é um bom combustível? Conheça as vantagens e desvantagens

Em tempos de alta do valor do combustível a maior tendência do consumidor é procurar opções para economizar. Já que não é possível se desfazer do veículo, a ideia é procurar postos com promoção, rotas mais curtas ou com menos fluxo de veículos, atenção redobrada com a troca do filtro de ar e até mesmo a redução do uso de ar condicionado. Muita coisa vale quando falamos sobre aliviar a pressão no bolso no fim do mês. Mas será que vale a pena adaptar o veículo para funcionar com um novo combustível?

 

Os veículos flex, como o próprio nome já sugere, permite ao consumidor certa flexibilidade na hora de escolher o combustível, podendo optar, entre álcool e gasolina, por aquele que compensa mais no momento. Porém, uma opção que vem sendo cada vez mais comentada é o Gás Natural Veicular (GNV), o combustível mais barato do mercado, que rende mais e que polui menos. O único contra, dizem, é que é preciso fazer uma adaptação no veículo para que ele funcione com o GNV. Seria possível tantos benefícios?

 

O que é o Gás Natural Veicular?

 

Trata-se de uma substância gasosa que é extraída do subsolo, formada por uma mistura de hidrocarbonetos leves e que pode ser utilizada como combustível. De acordo com a Petrobrás, o GNV já é amplamente utilizado como combustível na indústria, no aquecimento predial e também como matéria-prima para a fabricação de fertilizantes. Acredita-se que é o “combustível do futuro”, já que proporciona uma queima que pode ser considerada como uma das mais limpas, tendo em vista que não possui enxofre em sua composição. Isso significa que não causa o problema da chuva ácida, por exemplo.

 

Ainda de acordo com a Petrobrás, o GNV consegue aumentar a vida útil do motor devido ao fato de ser um combustível seco e limpo, além de evitar a corrosão do escapamento do veículo. Os custos da troca de gasolina ou etanol pelo GNV podem ter uma economia de até 60% ao longo do tempo, já que é muito mais barato. O custo da adaptação pode variar de R$2.500 a R$6.000, a depender do tamanho do cilindro. Abastecê-lo possui um custo médio de R$30 que pode garantir que o veículo rode cerca de 190 km.

 

A desvantagem mais falada, até o momento, é que o cilindro ocupa um considerável espaço no porta-malas. Especialistas garantem que não há perda de potência do veículo e nenhum outro problema de segurança que o torne uma opção inferior à gasolina ou ao álcool. Trata-se de um combustível mais limpo, com menos impacto ambiental e que rende muito mais. Em todo caso, após a adaptação, o proprietário do veículo precisa redobrar os cuidados com o filtro de ar, as velas e cabos, já que sofrem maior desgaste. No caso do filtro de ar é interessante optar por um filtro especial, já que possui maior capacidade filtrante e é composto por material mais resistente, evitando problemas ocasionados por falhas na filtragem.

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